segunda-feira, 12 de maio de 2008


Mais uma vez a arrepiante chegada,
À ilha do doce perfume e encanto!
Que, de quando avistada vinda do nada,
Irrompe do mar causando o espanto!

Por gosto vindos em tortuosa estrada.
Em silêncio, que o deslumbre é tanto!
Nada mais ouço, não digo mais nada.
Volta o arrepio e só para mim canto!

Oh maravilha que me comoves o peito!
De formosa graça para meu deleito.
Deixa que te queira assim, como minha.

Graciosa ilha de deslumbre e cor,
A ti só te pertenço e te juro amor.
Pois de mim não és pérola e sim rainha!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

domingo, 4 de maio de 2008


"Passamos a grande Ilha da Madeira,
Que do muito arvoredo assim se chama;
Das que nós povoamos a primeira,
Mais célebre por nome do que por fama.


Mas nem por ser do mundo a derradeira,
Se lhe avantajam quantas vénus ama;
Antes, sendo esta sua, se esquecera,
De Cypro, Guido, Paphos e Cythera."