segunda-feira, 12 de maio de 2008


Mais uma vez a arrepiante chegada,
À ilha do doce perfume e encanto!
Que, de quando avistada vinda do nada,
Irrompe do mar causando o espanto!

Por gosto vindos em tortuosa estrada.
Em silêncio, que o deslumbre é tanto!
Nada mais ouço, não digo mais nada.
Volta o arrepio e só para mim canto!

Oh maravilha que me comoves o peito!
De formosa graça para meu deleito.
Deixa que te queira assim, como minha.

Graciosa ilha de deslumbre e cor,
A ti só te pertenço e te juro amor.
Pois de mim não és pérola e sim rainha!

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